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Fernando de Noronha gastando pouco

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Todos sabem que a finalidade deste site é relatar as viagens que nós fazemos de carro. Só que vou abrir o precedente agora. Sempre que viajarmos e tivermos informações úteis pra compartilhar vou colocar por aqui, independentemente do meio escolhido pra isso. Então confira agora o bônus track da nossa viagem ao Nordeste: Fernando de Noronha.

[sancho]

Dias 21, 22, 23 e 24 - Atacama gastando pouco

Chupa, neném!

Bom, vamos passar quatro dias inteiros curtindo os atrativos da região do deserto do Atacama. Para os turistas que vêm pra cá sem carro, fatalmente terão que ceder aos passeios intermediados por agência. Esses passeios são caros, e muitas vezes preenchem o tempo com atividades não tão interessantes, mas que elas fazem para justificar o tempo estimado para isso, que é o dia todo, muitas vezes. Como viemos pra cá de carro, tentamos fazer todos os passeios por conta, pagando só o que era obrigatório pagar, como a entrada de um parque ou uma reserva, por exemplo. Dessa forma economizamos um bocado. Também utilizamos a bike, uma alternativa barata e saudável de explorar as atrações mais próximas. Somente em um dos dias fizemos um passeio, o do Gêiser del Tatio, por intermédio de agência, pois fiquei com medo de um trecho que cruzava um rio. Achei que seria tenso pra passar. Enfim, segue abaixo em detalhes as atividades que fizemos nos quatro dias que ficamos no deserto.



Atacama Gastando Pouco, ou Guia do Atacama para os Lisos

[06/05] Dia 21 - Vale do Sol (ou da Morte) + Laguna Cejar
Dormimos pra caramba e diante disso, iniciamos nossas atividades somente depois de meio dia. Como teríamos somente metade do dia pra brincar, resolvemos fazer uns passeios próximos. Escolhemos visitar o Vale do Sol ou da Morte e na sequência encontrar a Laguna Cejar, que é aquela que você não consegue afundar devido a alta concentração de sal.

Para chegar no Vale do Sol, pega-se o caminho para Calama e assim que deixamos a cidade de San Pedro, já encontramos placa para o vale. Na entrada, há uma guarita em que devemos pagar uma taxa de acesso. Entramos com o carro e pouco mais de 1km depois, próximo da duna, deixamos ele e seguimos o caminho à pé, pois a areia começa a ficar muito fofa, perigando atolar. Essa duna é gigantesca. A galera costuma levar umas pranchas pra surfar na areia e descer por ela. Bem doido. Seguindo a trilha, lá no alto tem uma guaritinha, com banheiro para o caso de necessidade. Passando pela guarita, a gente tem uma vista panorâmica do vale e do deserto, num cenário espetacular. É pra ficar umas horas pirando ali. As fotos não conseguem refletir a beleza disso aqui. Venham e confiram.

Saindo de lá, fomos aventurar para chegar na Laguna Cejar. Aventurar pois, por ser uma das atrações mais próximas de San Pedro, não há muita informação sobre como chegar, tem poucas placas indicando qual caminho seguir e as que havia parecem ter sido propositalmente arrancadas, para forçar as pessoas a não buscarem a laguna por conta própria, forçando a contratação de uma agência para isso. Realmente, ao pegar o caminho (um dos tantos possíveis), parece que estamos num labirinto. O cenário é muito parecido. Uma das poucas referências que temos é o vulcão Licancabur ao longe, que nos dá noção do sentido que estamos indo. Só que essa dificuldade é enquanto estamos mais distantes da Laguna. Ao chegarmos perto, as placas voltam a aparecer nos pontos de bifurcação, nos dando um certo alívio.

Depois de um certo tempo chegamos ao portão de entrada. Lá há uma guarita onde tem algumas informações sobre o que veremos adiante e onde devemos pagar a taxa de entrada. Na real, Laguna Cejar é o nome de uma das três lagoas existentes no local. As outras são Laguna Piedra e Laguna Baltinache. Das 3, somente a Laguna Piedra é liberada para banho. As outras são somente para fotografar.

Antes de entrar na Laguna Piedra, há um vestiário junto aos banheiros onde colocamos as roupas de banho. Como fomos por conta, chegamos um pouco antes das agências chegarem com as dezenas de turistas, o que nos deu uma certa tranquilidade pra curtir. A Laguna Cejar é o ponto final para o dia de passeio de muitas agências, e elas chegam ali por volta das 16h e em alguns casos as pessoas ficam ali até o por do sol, para aproveitar o visual louco que é ver o sol refletido nas montanhas e no Licancabur. Não ficamos até esse momento. Ficamos tempo suficiente pra sentir o incômodo de ter tanto sal envolvendo o corpo. Eu imaginava que a lagoa tinha água quente, o que faria a gente ficar mais de boa. Que nada... Um gelo da p#rra, que junto com o vento frio que soprava, tirou um pouco da vontade de ficar boiando por mais tempo. De toda forma, vale o passeio. É um belo visual e é bacana ficar brincando de afundar enquanto a lagoa te "cospe" pra fora. Detalhe, que se a água entrar no teu olho vai arder um tanto a mais que o normal...

Fim de festa por hoje.

[07/05] Dia 22 - Lagunas Miscanti e Miñiques + Salar de Talar + Piedras Roja
Hoje vamos aproveitar um dos passeios mais populares da região. Aliás, não sei dizer o que não é popular por aqui, já que tudo é explorado de maneira igual, tentando sempre te vender a ideia de que se trata de algo imperdível. Vamos ver as Lagunas Miscanti e Miñiques e depois seguir adiante até o Salar de Talar e Piedras Rojas. Entre ida e volta, o passeio deve dar pouco mais de 300Km. É chão...

Saímos do hostel por volta de 9:30 e pegamos a Ruta 23, sentido Toconao e Socaire. O caminho, vale salientar, conta com asfalto muito bom e baixo fluxo de veículos. Dá pra curtir bem a paisagem até o destino. Cerca de 100Km depois de San Pedro, avistamos as placas de entrada ao Parque onde encontram-se as Lagunas Miscanti e Miñiques. Saímos do asfalto e entramos na estrada de chão. Na entrada do Parque há uma guarita onde devemos pagar uma taxa de acesso. Para chegar aqui, saímos da altitude de 2400m de San Pedro e vamos a 4100m. O frio já é intenso e venta muito. Quando vier, certifique-se de trazer proteção extra contra o frio.

Visual massa daqui. Esse lance de Laguna + Vulcão não enjoa. Você fica um tempo admirando tudo isso. Aliás, os nomes das lagoas são em referência aos vulcões que ficam ao lado.

Após curtir as lagoas, voltamos para o asfalto e pegamos a Ruta 23 novamente, sentido Paso Sico, na divisa Chile/Argentina. O asfalto nos acompanha por mais uns 20Km depois dá lugar ao rípio, reduzindo nossa tocada. Andamos em rípio por perto de 30Km até chegar ao Salar de Talar. Deixamos o carro na rodovia e fomos à pé até o Salar. Se vier num carro mais alto ou 4x4, dá pra entrar e evitar a pernada até a Laguna. Como não era nosso caso, canelamos.

Nesse ponto, perto da lagoa ventava muito frio. Eu não me preparei o suficiente pro passeio de hoje e senti um pouco mais que minha galera. Ao chegar perto da lagoa percebemos a outra atração daqui que são as Piedras Rojas, que são formações rochosas em tom avermelhado que margeiam a lagoa. As fotos não conseguem refletir a beleza disso aqui. Venham e confiram. Detalhe, se não quiserem vir caminhando tanto como fizemos, dá pra continuar na ruta 23 e pegar uma entrada pras Piedras Rojas mais adiante, que também dá acesso ao Salar.

Depois de curtir, começamos a pernada de volta. Chegamos em San Pedro já no fim da tarde. Agora é descansar, pois amanhã tem mais.

[08/05] Dia 23 - Gêiser del Tatio via agência
Como mencionei anteriormente, optamos por fazer o passeio do gêiser via agência porque não tive confiança que o carro iria passar numa boa por um trecho da estrada onde cruza um riozinho. Outra coisa seria ter que, talvez, ficar de madrugada num trecho da estrada esperando passar as vans das agências que fazem o passeio pra ir meio que pegando a rabeira delas, já que o acesso não é tão simples pra quem vai fazer por conta. Diante do que já passamos lá atrás em Humahuaca, fiquei na defensiva e resolvi não arriscar. Pois bem, na noite anterior contratamos um passeio junto a uma das dezenas de agências que existem em San Pedro.

Conforme combinado, hoje por volta de 5 da manhã, o ônibus da agência passou em nosso hostel para nos pegar. Fomos os primeiros. Depois disso, a busão passa em outras trocentas pousadas pra pegar a galera que vai compor nosso grupo. O processo é um tanto demorado e nosso guia tratou de demorá-lo um pouco mais, pois ele fazia muita confusão na hora de "fazer a chamada" e contabilizar as pessoas que iam com a gente. Passeio guiado tem dessas coisas. Faz parte.

Pois bem, meu medo era essa confusão fazer a gente atrasar e perder a atividade dos gêiseres. Eles divulgam que os passeios devem ser realizados antes do sol nascer, pois é quando é possível ver a atividade com mais intensidade. Felizmente não perdemos. Chegamos cerca de 7:30 da manhã, estava meio claro, o sol já tinha nascido, mas ainda não iluminava a parte onde estávamos, já que estamos a cerca de 4200m acima do nível do mar. E frio. Caramba, que vento frio. Acredito que nesse ponto foi onde sentimos mais frio durante toda a viagem.

O ônibus para inicialmente num ponto de check-in, onde podemos utilizar os banheiros enquanto aguardamos o ok para continuarmos. Depois do ok, ele segue até um estacionamento. Lá descemos e fomos orientados a ficar próximos uns dos outros, sempre seguindo o guia e tomando cuidando onde pisamos. De maneira alguma devemos fugir da área demarcada. Já houve casos em que turistas caíram nos buracos e, ou morreram ou tiveram o corpo queimado.

Como esperado o lugar está repleto de turistas. Muitos outros grupos exploram o lugar, assim como a gente. Te digo que não tava muito empolgado pra vir pra cá não, antes de vir. Ia me arrepender pesadamente. É muito massa ver os gêiseres em atividade. O guia ajuda dando todas as informações técnicas sobre como a atividade ocorre, mas o foda mesmo é sentir aquilo ali, na tua frente. Doido demais. Vale bem a pena.

Depois do tour pelos gêiseres, vamos tomar o café da manhã ali no estacionamento mesmo. A equipe da agência monta a mesa com os lanches, pão com ovo, presunto e queijo, e o café pra gente. Ao término, vamos curtir um banho nas termas que fazem parte do complexo dos gêiseres também. Uma piscina de água quente. Apesar de o frio fora da água inibir muita gente de entrar, outros tantos aproveitaram. Eu entre eles.

Aproveitado o gêiser, agora é hora de voltar. No caminho, uma parada no pequeno vilarejo de Machuca. A vila tem algo em torno de 20 casas, todas pequenas e rústicas, mas com paineis solares para auxiliar na geração de energia. Na parte superior da vila, há uma igreja que dá um charme todo especial ao lugar. Bacana de ver, mas quando se compartilha a experiência com centenas de pessoas ao mesmo tempo, já que todos os passeios fazem parada em Machucha, o charme é perdido. Sugiro que, se puderem, venham por conta. A sensação de estar aqui deve ser bem melhor. Depois da vila, mais uma parada para tirar fotos num lago com flamingos.

O passeio guiado tem seus prós e contras. Particularmente não curto muito a sistemática deles. Parece que todos os guias seguem um mesmo livro de normas em que eles têm que se comportar da mesma forma. Entendo que muitos dos recursos utilizados são pra descontrair, quebrar o gelo, mas que em mim é difícil ter efeito positivo. O fato de todos os passeios pararem nos mesmos lugares é outro ponto negativo. Chegar em Machuca e ter mais turistas transitando pela única rua da vila do que moradores ali, soa mal. Já a parte informativa de uma visita guiada, me agrada. Mas ainda assim não é o suficiente pra fazer com que eu opte por esta sempre que possível. De toda forma, valeu ter vindo pois vi o trecho do rio que cobre a rodovia e imaginei que, realmente, o Zidane ia penar pra passar. Foi melhor assim.

Continuamos a descida até San Pedro, chegando na vila por volta de 13:30. Almoçamos e fomos pro hostel descansar.

[09/05] Dia 24 - De bike pelo deserto: Pukará de Quitor + Quebrada del Diablo + Valle de la Luna; À noite Space Tour
Último dia inteiro pra aproveitar San Pedro e decidimos pedalar pelo deserto. Como acordamos um tanto tarde, saímos da pousada perto e fomos procurar almoço. Na sequência, alugamos umas bikes numas das tantas lojas de aluguel de equipamentos de aventura. Para hoje planejamos passear até a Pukará de Quitor e Quebrada del Diablo, destinos meio próximos de San Pedro e de dificuldade leve.

A Pukara de Quitor fica a 3Km ou 20 minutos de pedalada do centro de San Pedro. Construído para o povo de Atacama se defender de outros povos que tentaram colonizar e conquistar terras da região nos idos do século XII, as ruínas de Pukará são constituídas de pedras que formam uma fortaleza em cima do morro de mesmo nome, proporcionando uma visão privilegiada do vale. Como para visitar as ruínas da fortaleza é necessário pagar uma taxa, resolvemos percorrer somente a parte externa, indo até a Plaza Quitor. Deixamos as bikes na plaza e passamos por um portal, caminhando até onde dava. Tava de bom tamanho. Tiramos algumas fotos, voltamos pra pegar as bikes e continuamos sentido Quabrada del Diablo.

Para chegar até a Quebrada, continuamos pedalando sentido Catarpe. Logo após atravessar um riozinho, há uma árvore com uma placa pequena indicando a entrada da Quebrada. Devemos seguir indicação, ou seja, deixar a estrada e pegar a direita, sentido morro. No pé do morro, é possível ver a entrada para a Quebrada. Na verdade a Quebrada não é o fim, é o caminho. Todo o caminho percorrido no labirinto de pedra, que dizem ser "infinito", é chamado de Quebrada del Diablo. Leve água e avance até não querer mais. É bacana pedalar por aqui. O caminho é de uma beleza diferente e sempre tem alguns turistas cruzando por você, a pé ou de bike. Não tem caminho para carro. O caminho também parece ser único, sem bifurcações. Pelo menos até onde fomos. Quando bater a aflição ou a saudade de casa, volte.

Como ainda era cedo quando terminamos o passeio da Quebrada e ainda faltava um tempo pra completar as 6 horas do aluguel, resolvemos ir até o Valle de La Luna, outro passeio que dizem ser imperdível.

Do centro da cidade até a guarita de entrada do vale são cerca de 6Km, o que é bem perto. Deve-se pegar a Ruta 23, sentido Calama e, logo na saída de San Pedro, vai aparecer placa indicando a entrada para o vale. O que começou a pegar foi o cansaço e o vento contra. A chegada ao portão de entrada parecia interminável, mas chegamos. Na entrada, devemos pagar uma taxa e devemos validar o ticket no próximo posto de controle, que fica a uns 4Km adiante. Ao chegar no posto de controle estávamos meio que acabados e estava ficando tarde. Além disso, o vento contra estava prejudicando o desempenho. Resumindo, ficamos satisfeitos com o que vimos até ali, não validamos o ticket e pegamos o reembolso na saída. Claro que foi necessário jogar uma lábia para justificar nossa desistência, mas deu certo. Pegamos a grana e vazamos pro centro de San Pedro. Devolvemos as bikes e fomos embora pro hostel.

SPACE Tour
Descansamos um pouco e por volta das 20h, saímos pra jantar de confirmar se naquela noite haveria o SPACE Tour. Como o deserto do Atacama é um dos melhores lugares do mundo para observação celeste, não poderíamos sair daqui sem fazer um tour astronômico. Trata-se de um tour privado, onde é feito uma apresentação do céu por especialistas da área de astronomia. Assim como ele, há outros, porém esse é o pioneiro e foi idealizado por um renomado astrônomo, que aparece ao fim das visitas para as considerações finais. Vale dizer que nos dias anteriores havíamos tentado fazer o tour em todas as noites. Aliás, ainda no Brasil, havíamos feito reserva para o tour para o dia 06/05, para pegar noite de lua nova, ou seja céu estrelado ao máximo. Por se tratar de um tour concorrido, vale a pena reservar com certa antecedência. Acontece que quando chegamos aqui, todas as noites estavam nubladas, o que impossibilita a visualização do céu. Por isso a gente precisou confirmar em todas as noites anteriores se haveria tour. Sem sucesso, até então. Pra nossa sorte, na nossa última noite aqui, o céu resolveu ajudar.

Após o jantar, fomos para o ponto de encontro e pegamos o tour das 22h, com apresentação em espanhol. O ônibus foi cheio e havia outros brasileiros também. Naquela noite ainda haveria outro tour com apresentação em inglês, às 23h.
O ônibus pega a Ruta 23, sentido Toconao e a uns 6Km de San Pedro ele entra a direita em direção a uma propriedade particular. Ao se aproximar, ele desliga os faróis, deixando só na lanterna, e se guiando por discretas luzes azuis que estão no jardim. Ao descermos do ônibus somos recebidos por nossa instrutora que nos dá alguma orientação inicial sobre banheiros, cobertores e informações do tour em si. Inicialmente é feita uma explicação do céu em geral, posição dos astros, nomenclatura de constelações, curiosidades, etc. A guia se utiliza de um lazer e vai apontado para o espaço para nos ajudar a ilustrar o que foi informado. Juntos formamos um círculo, todos de pé, o que gera algum tipo de desconforto ao pescoço depois de um tempo. Umas cadeiras de praia, pra vermos deitados, seria perfeito. A apresentação dura cerca de 1 hora e meia. Depois disso, somos conduzidos ao ponto alto, pra mim, pelo menos, que é a observação através de telescópios. No SPACE Tour, há o maior parque de telescópios públicos da América do Sul. Cada um apontado para algum ponto relevante no espaço. Também dispõe do maior telescópio público da América do Sul, como 70cm de diâmetro, o que favorece uma melhor imagem do céu. Passamos um bom tempo contemplando os astros e passeando pelo parque dos telescópios. É possível ver planetas, nebulosas, estrelas. Sem dúvida, um passeio que vale a pena.

Depois do tour externo, somos conduzidos a parte interna do lugar, onde recebemos cobertores, já que o frio é intenso, e onde é servido bebidas quentes, como chocolate quente, café e chá. Enquanto nos aquecemos e esperamos o ônibus, o responsável por tudo vem ao recinto dar seu parecer final sobre o passeio, bem como tirar dúvidas do pessoal. Tentei aguentar ao máximo, mas o sono foi maior. Cochilei em parte da explicação. Era quase 1h da manhã quando o busão chegou e nos pegou pra levar embora e continuar esse sono de maneira adequada.

Abrax,

Cabeça

P.S.: Colocarei os valores gastos aqui em breve

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