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Fernando de Noronha gastando pouco

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Todos sabem que a finalidade deste site é relatar as viagens que nós fazemos de carro. Só que vou abrir o precedente agora. Sempre que viajarmos e tivermos informações úteis pra compartilhar vou colocar por aqui, independentemente do meio escolhido pra isso. Então confira agora o bônus track da nossa viagem ao Nordeste: Fernando de Noronha.

[sancho]

Dia 19 - Por Arica: Parque Lauca, Chungará e Vulcões Gêmeos

Comequié?!

[04/05] Dia 19 - Passeio ao Parque Nacional Lauca: Lago Chungará e vulcões gêmeos
Dormimos bem e acordamos cedo para nos preparar pro único compromisso do dia que é visitar
o Parque Nacional Lauca, aqui na região de Arica e Parinacota. O destaque do passeio vai pro Lago Chungará, que fica aos pés dos vulcões gêmeos Payachatas: Parinacota e Pomerape. Por ser mais cedo que o normal, o pessoal da pousada já ia deixar um café meio que adiantado pra gente. Apesar disso, havia um funcionário já de prontidão pra nos ajudar no preparo dos pratos.



Detalhe, o que mais recomendam antes de ir para altitudes elevadas, como é o caso do Parque a 4500m, é evitem fazê-lo de uma vez, vá aclimatando, não beba café ou refrigerante, não coma ovo, entre outras precauções. Precauções essas que vínhamos administrando bem durante toda a viagem mas que foi subitamente apagada de ontem pra hoje. Tomamos café, comemos ovo e estávamos pra sair do nível do mar pra o que eles chamam de altitude de puna numa tacada só. Ou seja, conselhos estão aí para serem atropelados. Massa...

Por aqui amanhece meio tarde, então saímos da pousada ainda escuro e fomos em direção a rodovia 11, que nos leva até o Parque. Fomos com um certo receio de a operação siga-pare já ter começado, mas deu certo. O conselho da funcionária ontem foi certeiro. Indo cedo, a subida é livre. Fomos subindo e ao atingirmos altitude próxima de 1000m encontramos uma neblina densa. Assim que atravessamos, uma beleza. Céu limpo, dia raiando.

Essa estrada, que liga o Chile a Bolívia, é de tráfego muito pesado. É bem comum cruzar com caminhão-cegonha carregado, com caminhão transportando contâineres, ônibus e por aí vai. É um caminho bem perigoso. Encontramos um camarada chileno que reforçou que os motoristas de caminhão, principalmente, não respeitam muito os limites de velocidade dessa via e, não raro, acabam se envolvendo em acidentes fatais.

Perto das 11h chegamos a entrada do Parque Nacional. A entrada é gratuita. Agora a gente muda do asfalto pro rípio. Realmente é um tanto puxado pra chegar até aqui. Boa a dica da nossa amiga, mesmo. Ao adentrar o Parque vai mais uns km até chegarmos ao Lago Chungará. Durante boa parte desse trecho vamos rodando lado a lado com os gêmeos Payachata. Um cenário realmente fodástico, como eles costumam dizer por aqui. Vale a pena. Ficamos cerca de 1 hora e meia dentro do Parque contemplando a imensidão.

Iniciamos a descida e almoçamos próximo da cidade de Putre. Na descida, a operação siga-pare estava em vigor e ficamos um tempo parados esperando nossa vez de continuar. Chegamos na pousada perto de 17h. Dia longo hoje para um passeio só. Sem ânimo pra mais nada, foi só curtir a cama do nosso quarto. Amanhã o baile segue.

Abrax,

Cabeça

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