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Fernando de Noronha gastando pouco

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Todos sabem que a finalidade deste site é relatar as viagens que nós fazemos de carro. Só que vou abrir o precedente agora. Sempre que viajarmos e tivermos informações úteis pra compartilhar vou colocar por aqui, independentemente do meio escolhido pra isso. Então confira agora o bônus track da nossa viagem ao Nordeste: Fernando de Noronha.

[sancho]

31/12 - 1º dia » de Curitiba/PR a Rio de Janeiro/RJ + Reveillon em Copacabana

Aqui ninguém relaxa, não! Salve, salve, meu povo!

Estamos iniciando mais uma viagem invocada aqui no ComendoEstrada. Dessa vez, vamos aportar no litoral nordestino, partindo de Curitiba. Na boleia, nossos brothers, Kracha e Janine, nos acompanham nessa aventura. Então, vamo que vamo! Nossa primeira parada deve ser a cidade maravilhosa, onde passaremos a virada do ano.

[pit stop em registro para a foto oficial]
Como a ideia era fazer a perna até o Rio no último dia do ano, praticamente, discutimos um bocado até chegar num dia e horário razoáveis pra sair de Curitiba, tentando ao máximo evitar os horários de picos por onde iríamos passar. Resumindo, saímos na noite do dia 30/12, às 22h. Pela frente algo em torno de 850 Km de estrada, com São Paulo no meio. Sentiu o tamanho do problema? O risco de passar a virada do ano no dia seguinte era iminente.

Na saída de Curitiba a Régis Bittencourt sentido São Paulo tava bem tranquila. Duas horas e meia depois estávamos em Registro. Fizemos uma parada no posto Petropen na intenção de colocar o Sem Parar no carro, pois nas praças de pedágio eles não estavam mais colocando (Sem Parar é aquele aparelho que libera a cancela nos pedágios automaticamente, sem precisar pegar fila e pagar ali. Mais informações ao fim do post). Ao chegar lá, fomos informados que o serviço funciona das 8:00 ~ 22:00. Sem sucesso, fomos embora.

A passagem pela serra do Cafezal, onde mais cedo tinha ocorrido Operação Descida da PRF (que favorece aos veículos que estão indo de Sampa pra Curitiba ou pras praias do sul do estado), estava bem tranquilo no nosso sentido. Já para quem descia estava ruim. No trecho de pista simples (que hoje é de aproximadamente 14Km, mas com obras avançadas de duplicação) havia um caminhão quebrado que atormentava a vida de quem ia por ali. Facinho tinha uns 10 Km de fila, por causa do funil da pista simples e do caminhão quebrado. Foda isso aí.

Lá pelas 3 da matina estávamos chegando em Sampa. Tínhamos a opção de dar uma volta pelo Rodoanel, pra evitar um possível trânsito por dentro da capital paulista de quem estivesse pra deixar a cidade, ou atravessá-la. Além do mais, tinha os preparativos pra São Silvestre e pro Reveillon da avenida Paulista. Como eram 3 horas da manhã, escolhemos a segunda opção. Excelente. Só paramos em alguns tantos sinais no caminho, mas trânsito zero. Sim, meio óbvio, mas eu tava meio cismado achando que a gente ia se f*der em engarrafamento. Bobeira.

Logo no acesso a via Dutra, na primeira praça de pedágio, por se uma outra concessionária, peguntei pelo Sem Parar. Lá eles tinham uma equipe trabalhando no "aluguel" do equipamento. Rapidinho instalaram no carro e pronto, adeus filas. Tá certo que até então, não tínhamos visto nenhuma fila nas praças por onde passamos, mas logo depois colocar o aparelho conseguimos levar uma vantagem de uns 10 minutos, mais ou menos, por que havia uma praça onde estavam formadas filas gigantes, mesmo com muitos guichês atendendo. Massa.

Após a parada no pedágio onde colocamos o Sem Parar, troca no comando da boleia. Kracha assume e leva até o Rio enquanto eu descanso. A estrada estava bem tranquila. O dia estava clareando quando fizemos uma parada em Cachoeira Paulista, para visitar a sede da Canção Nova, atendendo a um pedido que a vó Maria nos fez. Depois do pitstop, mais estrada.

[parada na canção nova]



Chegamos no Rio por volta das 9h, em mais ou menos 11 horas de viagem. Também sem trânsito no acesso a Avenida Brasil. Viagem realmente muito tranquila. Fomos direto pra região de Fátima, nas cercanias da Lapa, onde ficaremos hospedados na casa do Felipe.

[pela serras da araras, chegando no rio. aqui, não dá pra vacilar]

Reveillon em Copacabana
Depois da chegada, o sono de verdade. Dormimos o dia todo praticamente e só acordamos na hora da arrumação pra ir pra Copacabana. Como íamos de metrô, Felipe providenciou pra gente antecipadamente a compra dos bilhetes, pois nessa noite e na madruga seguinte funcionaria num esquema especial. Na hora de comprar, a pessoa escolhe a faixa de horário pretendida (20h às 21h; 21h às 22h e por aí vai). Escolhemos a faixa das 22h às 23h (naquele medo de ficar muito tempo na estrada e tals). O valor do bilhete era de R$3 por pessoa, com direito a volta. Pegamos o metrô na Cinelândia e rapidinho descemos na estação Siqueira Campos. Algumas quadras depois, estávamos no furacão. Gente pra caramba. Pena a gente não ter como olhar de um ponto mais alto, pra ter noção do tamanho do formigueiro. Em Copacabana havia três palcos montados em lugares diferentes, cada um com suas atrações. Fomos na direção do palco principal, o do Copacabana Palace. Ali, sim, era o olho do furacão. Quase não dava pra andar pela Avenida Atlântica. O que dirá pela areia. Nem tentamos. Achamos um lugar razoável entre o hotel e o palco e ficamos. Apesar do número excessivo de pessoas, tava tranquilo, dava pra dançar num boa. No cardápio de atrações Titãs, Seu Jorge e Unidos da Tijuca.
Ao chegar, Titãs já estava no palco. Ainda curtimos quase uma hora de show. Quando terminou, teve apresentação de um jovem pianista tocando Imagine. Depois, mensagem do Papa Francisco. Faltando 10s, começa a contagem regressiva. No zero começa o show. Muito foda esse espetáculo. Não dá pra descrever. É aquela coisa do "tem que que tá lá pra ver qualé".
Após a queima, vem Seu Jorge tirar onda no palco. Bacana o show dele, também. Na sequência, a escola de samba Unidos da Tijuca apresenta seu samba enredo e toca sucessos nacionais à la Monobloco. Ducaralho.


 [feliz 2015]

Fim de festa, voltamos pra Siqueira Campos. O acesso ao metrô naquele horário (perto de 4 da manhã) tava tranquilo, apesar do grande número de pessoas que voltariam por ele. A catraca tava liberada pra quem quisesse, também. Tendo ou não bilhete.

Voltamos pra casa, só o bagaço. Depois, cama até altas horas do primeiro dia de 2015.

Abrax!

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Dados de Bordo:
Depois, que eu tô cansado...

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