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Fernando de Noronha gastando pouco

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Todos sabem que a finalidade deste site é relatar as viagens que nós fazemos de carro. Só que vou abrir o precedente agora. Sempre que viajarmos e tivermos informações úteis pra compartilhar vou colocar por aqui, independentemente do meio escolhido pra isso. Então confira agora o bônus track da nossa viagem ao Nordeste: Fernando de Noronha.

[sancho]

10/01 - 15º dia » em El Calafate/ARG

Hola! Qué te pasa? No pasa nada!

De manhã, um desayuno que, segundo senhor Norberto, era uma gentileza. Café, leite e algumas torradas. A tarefa do dia de hoje é curtir o glaciar Perito Moreno.

Glaciar Perito Moreno
Perito Moreno é um glaciar Argentino que está situado entre os 47º e 51º de latitude sul. Ela se estende desde o campo de gelo Patagônico Sul, na fronteira entre Argentina e Chile, até o braço sul do Lago Argentino, possuindo cinco quilômetros de largura e 60 metros de altura. Seu nome é uma homenagem a Francisco Pascasio Moreno, criador da Sociedade Científica Argentina e um renomado pesquisador da região austral daquele país. O glaciar é considerado uma das reservas de água doce mais importantes do mundo [wp].

Saímos da pousada umas 8h pra percorrer os 80Km até a chegada ao glaciar. Os primeiros 40Km são na rodovia, dá pra ir em boa velocidade. O restante é feito já dentro dos limites do parque. Trecho muito sinuoso em que a média horária baixa muito. Não tem problema. Aos poucos o visitante vai tendo um aperitivo do que vai encontrar mais adiante, com trechos do glaciar à mostra. Na entrada do parque é feito o pagamento. 90 pesos argentinos para cidadãos do Mercosul. Bem próximo ao Perito Moreno, tem um estacionamento, mas que a galera só pode estacionar ali até 10:30. Após isso, os motoristas que chegam são orientados a estacionar cerca de 1Km antes, num estacionamento maior e que dá entrada para uma trilha litorânea. De um estacionamento para o outro o visitante pode utilizar o serviço de transfer gratuito. Como chegamos cedo, deixamos no estacionamento que fica na entrada para o ponto mais próximo do glaciar.








No início da trilha, há um mapa indicando quais caminhos os visitantes podem seguir. Pegamos uma das trilhas pra tentar fazer o passeio inferior primeiro.







Na entrada da trilha, já começamos a ter noção do tamanho do monstro que a gente vai encontrar. Isso faz com que a gente acelere o passo até chegar num trecho mais próximo, com melhor ângulo de visão.






Quinze minutos depois, aí está.



Não tem muito o que falar, não. É sentir. Pra isso, só estando lá.



Uma parada que eu achei foda é que o glaciar é um "monumento interativo". Uma coisa é você parar diante uma montanha gigantesca estática e outra é você contemplar uma montanha gigantesca que ainda toca realejo. É mais ou menos isso que a gente vê diante de um glaciar. Além de ficar idiota tentando entender o funcionamento daquilo, o glaciar ainda oferece um bônus que é o momento de descolamento de algumas de suas placas, que produz um som semelhante ao de um trovão rasgando o céu. A turistada fica esperando justamente esse momento. Quando isso ocorre, é como o gol. E quanto maior a placa, mais bonito o gol.

[não dá pra ter noção do tamanho]

Demos uma volta completa, pegando todas as trilhas e vendo o glaciar por vários ângulos. Facilmente a gente entende porque gente do mundo todo vem até aqui. Entre uma trilha e outra, fomos bater um rango num dos restaurantes do parque. Comida boa, bem servida e não é tão caro.

Lá pelas 15h, puxamo o barco. Voltamos pra pousada, e enquanto eu e Angélica tiramos um ronco, Vitor e Mel foram bater perna. Logo mais à noite, os papéis se inverteram. Na nossa pernada, fomos devolver uns cascos de Quilmes ao mercado e pegar o bônus pra trocar por produtos. Bacana que eles têm uma maquininha que regula isso. A gente coloca a garrafa vazia num coletor e ela emite um cupom no valor do vasilhame, no caso $6 pesos. Aí é só ir caixa com os produtos que você quer levar no valor do bônus. Se passar você faz a intéra.
Após o mercado uma passada numa balada bar, o Don Diego. Aqui rolou pizza, taco com palta (guacamole deles) no capricho, e um reggaezinho pra dar o swing. Lá conhecemos um figura chileno, o Francisco, que veio nos parabenizar pelo bailado. Trocamos uma ideia e ele ficou surpreso ao saber que a gente era do Brasil. Nossa cara não era de brasileiro. Talvez não dos brasileiros que ele conheceu, pois já tinha visitado nosso país há 30 anos, mas disse que nunca mais voltaria lá pois já curtiu tudo o que podia num carnaval só. Depois da prosa, nos despedimos e fomos dar um rolé pela orla. Ao voltar pro hostel, nossos amigos já iam em prosa longa com duas alemãs, Maria e Aline. Maria fala português e Aline enxuga forte. Já do nosso lado, Vitão é poliglota e Melissa faz um pouco de tudos: fala português, ri em todo idioma e enxuga forte. Depois de um papo, nos recolhemos que amanhã tem estrada.

Fui-me!

Cabeça

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Dados de bordo

Devido a correria, será atualizado ao fim da viagem

Parque Nacional de Los Glaciares
Horário de funcionamento:
Valor:

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