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Fernando de Noronha gastando pouco

Todos sabem que a finalidade deste site é relatar as viagens que nós fazemos de carro. Só que vou abrir o precedente agora. Sempre que viajarmos e tivermos informações úteis pra compartilhar vou colocar por aqui, independentemente do meio escolhido pra isso. Então confira agora o bônus track da nossa viagem ao Nordeste: Fernando de Noronha.

[sancho]

- Passagem
Estive em Noronha numa outra oportunidade e, na ocasião, os vôos comerciais partiam de Recife ou de Natal. Ou seja, você tinha que dar seu jeito de chegar até uma das duas cidades por conta e por qualquer companhia aérea, pra de lá ir até a ilha. Pelo visto agora está bem melhor. Quando pesquisei, havia opção de vôo saindo de diversas cidades do Brasil. Como a gente estaria em Maceió, a procura foi com partida da capital alagoana. E me surpreendeu o valor encontrado: R$ 399,00 (ida/volta). Muito bom. Apesar da proximidade, o vôo entre Maceió e Fernando de Noronha é direto e é praxe fazer conexão em Recife (nosso caso) ou Natal. Nenhum problema. Meiorinha até Recife, depois 45 minutos até a ilha. A gente passa mais tempo na conexão que voando.

[aeroporto em noronha]

[Confira o resumo dos gastos ao fim dessa postagem]

- Taxas
Para o visitante pisar na ilha é obrigatório o pagamento da Taxa de Preservação Ambiental (TPA). O valor varia de acordo com o número de dias de permanência. A diária inicia em R$ 45,60, vai diminuindo até o 10º dia, depois dispara a cada dia que você vai ficando a mais. Pra se ter uma ideia, ficando 30 dias, o turista vai desembolsar R$ 3.762,00 de TPA. É sugerido que a taxa seja paga antecipadamente, bem como que sejam preenchidos e impressos os formulários com informações referentes a visita. Ao desembarcar, estando com a documentação em mãos, o processo de liberação para entrada na ilha é agilizado. Caso contrário, perde-se muito tempo dando entrada no pagamento da taxa e no preenchimento dos formulários no aeroporto. Para informações sobre a TPA e pagamento antecipado, clique aqui.

Além da TPA, o turista precisa pagar pelo ingresso ao Parque Nacional Marinho (Parnamar), ou seja, para ter acesso às principais praias. Após o desembarque o visitante é orientado a procurar os PICs (Posto de Informação e Controle) ou os postos credenciados, como o da praça do Flamboyant, para pagar o ingresso e fazer a carteira. O custo é de R$ 65,00, e dá direito a 10 dias. Ficando 1 dia na ilha ou 10, se quiser ter acesso ao parque, tem que pagar isso. Por enquanto a restrição de acesso está funcionando para a baia do Sueste, trilha do Atalaia e baia do Sancho (+ trilha dos Golfinhos). Mas tem o lado bom. Ao pagar pelo ingresso, você tem direito a usufruir da estrutura: banheiro, ducha, cadeira e guarda-sol (estes no próprio PIC). Além disso, há uma lanchonete e um local para aluguel de cadeira de praia, guarda-sol (caso queira ficar na areia), bem como de material para mergulho (máscara, snorkel, nadadeira, colete). A estrutura é muito boa e uma mão na roda em alguns momentos. Só acho foda o visitante ter que pagar a mais pra isso... Para informações sobre o ingresso ao Parnamar e pagamento antecipado, clique aqui.

Trâmite de chegada realizado, fomos procurar a empresa de receptivo que ia nos levar até a pousada. Esse procedimento é comum e é uma cortesia por parte das hospedarias.
Menos de 10 minutos após o embarque no ônibus, chegamos na Vila dos Remédios, em frente a pousada Tubarão, da Jane e do Iran.

 [fachada da pousada tubarão]

- Hospedagem
Foi um tanto difícil encontrar uma pousada cujo valor da diária coubesse no nosso bolso. Depois de muita googlada e envio de e-mail pra boa parte das pousadas baratas, encontramos um número de telefone de uma que não tinha site. Liguei e fiz o que mais gosto de fazer na hora de viajar, que é negociar. Depois do bate-papo chegamos ao numero mágico de R$ 120,00 pro casal (em dinheiro somente), sem café da manhã. Pode parecer caro, mas pra Noronha é um achado. Antes disso até tinha visto uma que ficava R$ 165,00, com café, mas que tava nesse preço, já com desconto, por ser fora de temporada. O lance de não ter café da manhã não seria problema. A Jane já tinha me antecipado que eu poderia levar mantimentos do continente pra deixar estocado no frigobar, pois os preços na ilha eram mais altos que o mais alto do continente. Além disso, ao lado da pousada tem um mercadinho que aceita nosso VR. Fechadaço. A gente podia utilizar a cozinha pra fazer o nosso café da manhã, almoço ou jantar, no horário que bem quisesse, sem aperreio.
A pousada da Jane é simples, mas com o mínimo de conforto e limpeza que a gente espera. Um quarto com cama de casal + uma de solteiro, ar condicionado, tv a cabo, frigobar e banheiro. Tá massa.

 [em frente a pousada]

 [quarto da pousada]

- Transporte
A segunda menor rodovia federal do país está em Fernando de Noronha, a BR-363; são cerca de 7km de uma ponta, a praia do Porto, a outra, a baia do Sueste. Para percorrê-la, o visitante tem diversas opções:

 [terminal do busão no sueste]

> Ônibus: custa R$ 3,00 e vai de um terminal ao outro (porto-sueste / sueste-porto). A cada hora cheia (7:00, 8:00, etc.) ele sai do terminal do Porto com sentido ao Sueste. E a cada metade de hora (7:30, 8:30) ele sai do Sueste, fazendo o sentido contrário. Seu itinerário inclui a passagem pelas duas vilas, do Trinta e dos Remédios, parando nos pontos de acesso à trilha da praia da Cacimba do Padre e para a trilha da baia do Sancho. Também para no aeroporto, projeto Tamar e nas florestas Nova e Velha.

 [ponto de ônibus]

> Buggy/Carro de passeio: em torno de R$ 100,00 a diária. A vantagem é poder entrar nas trilhas de acesso às praias. O buggy é mais indicado, principalmente em épocas de chuva, em que a trilha vira um grande lamaçal. Há um posto na ilha e a gasolina estava em torno de R$ 4,50/l.

 [trecho da trilha entre o sancho e a cacimba do padre]

> Bike: R$ 15,00/hora. A ilha tem duas grandes ladeiras, uma que dá acesso ao Sueste e outra que dá acesso ao Porto. Pelas trilhas também não é diferente, muito sobe-desce. É preciso ter disposição pra optar por esse meio.

> À pé: custo R$0,00! Numa viagem EconoFlex como a nossa, essa foi a principal opção de locomoção. Muitas vezes valia mais a pena encarar meia hora de caminhada a ter que esperar 1 hora pro busão passar. Outras vezes aliamos o busão a uma pernada pra chegar até o destino.

- Alimentação
Como dito anteriormente, boa parte das refeições fazíamos na pousada mesmo, com a comida que a gente comprava no mercadinho ao lado. Mas das vezes que jantamos ou lanchamos fora o valor que pagamos não tava tão diferente da realidade do continente, não. Copo de suco a R$ 6,00; x-burger a R$ 12,00; Peixada ao molho de camarão R$ 60,00 (duas pessoas), cerveja lata a R$ 5,00. É caro, mas não é tão mais caro do que o que encontramos em Maceió, por exemplo. Os lugares costumam aceitar cartões de crédito e débito. Só não encontramos algum que aceitasse cartão refeição.
Há também um restaurante de comida caseira, perto do bar do cachorro, no comecinho da trilha que leva à praia do Meio. Custa R$ 18,00 à vontade.

 [preço da "mistura" no mercadinho]

- Atrativos
A ilha oferece outras opções de lazer e entretenimento, além do óbvio que é aproveitar o mar. Eis algumas:

> Bar do cachorro: funciona à noite, de segunda a segunda, e é a balada da ilha. Quer curtir um forró, um reggae, um maracatu? Aqui é o lugar. Vila dos Remédios, indo pra praia do cachorro.

 [a balada]

> Pizzaria do lado da Igreja dos Remédios: a outra das duas baladas da ilha. Além do rodízio de pizza, rola uma sonzera boa por aqui. Vila dos Remédios.

> Museu de Noronha: a história da ilha está registrada e pode ser conferida aqui. Vila dos Remédios.

 [museu dos tubarões, na praia do porto]

> Forte dos remédios e Forte do Boldró: Além do valor histórico, são duas boas opções pra conferir um por-do-sol que é coisa de cinema. No do Boldró rola até uma música de fundo pra dar o clima de já ganhou.

 [por-do-sol no forte do boldró]

[forte nossa senhora dos remédios. ao fundo, a igreja]

> Praça do Flamboyant: na entrada da Vila dos Remédios é um bom lugar pra ficar de boa à noite. Ao redor da praça tem vários bares e restaurantes que dão uma agitada na vida noturna de Noronha.

> Projeto Tamar: parada quase que obrigatória pro turista. Diariamente, à noite, rola palestra sobre temas relacionados a vida na ilha, fauna e flora locais. Nessas palestras você vê que nem tudo são flores por ali, e a que a realidade do nativo não é tão fácil como se imagina. Vale a pena dar um pulo. Entrada franca. No caminho pra praia do Boldró, às margens da rodovia.

> Igreja dos Remédios e Capelinha do Porto

 [igreja de nossa senhora dos remédios]

[capelinha do porto]

> Mirante dos Golfinhos: Diariamente o pessoal do Projeto Golfinho Rotador realiza um trabalho de acompanhamento visual da rotina dos golfinhos que visitam a ilha. O acesso se dá através do PIC do Sancho. O pessoal do projeto disponibiliza binóculos pro turista acompanhar também.

 [mirante dos golfinhos]

> Rapel no morro do pico: Há uma agência que fica no complexo do Tamar em que é possível agendar algumas atividades mais radicais.

- Serviços
> Bancos: correntistas de quatro bancos estão salvos. Santander, Bradesco, Caixa e Banco do Brasil estão em Noronha. Há uma agência do Santander (08h00 às 13h00); uma lotérica (08h00 às 20h00) e o supermercado noronhão (08h00 às 17h00) que realiza serviços para clientes Caixa; Na agência dos Correios (08h30 às 15h00) é possível efetuar algumas operações para usuários do Banco do Brasil. A maioria está concentrada na Vila dos Remédios. Há ainda o banco 24 horas (Bradesco) no Aeroporto e no Tamar.

> Internet: Na pousada em que ficamos não havia Internet, porém em diversos pontos da ilha é possível acessá-la utilizando a estrutura pública de wi-fi. Só que o sinal é bem instável. Consegui resultados melhores acessando via rede 3G da TIM do que pelo wi-fi.

> Crédito pra celular: Na lotérica, em frente ao Flamboyant ou numa lojinha do lado da escola, no alto da floresta velha, é possível inserir créditos para várias operadoras.

- Praias
Bom, vamos ao que interessa. Afinal, todos vão a Noronha pra viver a experiência do contato com aquele visual f*d@ pra caral#o que só vemos por vídeos ou fotos e que custamos acreditar que é real. Passei dessa vez 5 dias na ilha e consegui conhecer mais praias do que da outra vez que estive lá e fiquei por mais tempo. Posso dizer que conhecemos agora todas as praias que são acessíveis à pé. E vale o registro, o visitante não precisa de nenhum outro meio de locomoção que não de suas próprias pernas pra conhecer tudo. É só ter disposição.

> Mar de Fora:

# Sueste [PIC] - Começando por um dos extremos da BR, o terminal do Sueste, temos a praia do Sueste. Pra chegar aqui não precisa passar por trilha alguma. É só seguir a rodovia até o fim. Para ter acesso a ela é necessário passar pelo Posto de Informação e Controle (PIC), apresentando a carteira do Parque Nacional indicando que você pagou o ingresso e que está dentro da validade. Praia excelente para mergulho. Caso necessite, no PIC dá pra alugar o material (a partir de R$ 5,00/peça). Tartaruga é figurinha fácil nessa praia.

 [PIC do sueste]

[chegada ao sueste]

 [evento do tamar no sueste. promovendo o contato do turista com as cascudas]

# Leão - Pouco antes do PIC do Sueste temos a trilha que leva ao Mirante e à praia do Leão. São cerca de 15 minutos de trilha até chegar a praia. Ela leva esse nome por conta do morro a sua frente que lembra a forma de um leão marinho. Há quem diga...

# Atalaia [PIC] - Seu acesso se dá pela Vila do Trinta e são 10 minutos, aproximadamente, da praça da vila até o portão de entrada para a trilha. Caso necessite, na entrada da trilha dá pra alugar o material (a partir de R$ 5,00/peça). Para conhecer Atalaia são duas trilhas, a curta e a longa, ambas saindo do mesmo ponto. A longa é pra quem tem disposição. Física e financeira, pois ao todo são aproximadamente 4h de passeio e é obrigatório a presença de um guia acompanhando (que cobrará entre R$ 75,00 e R$ 150,00 por pessoa por isso). Ele vai te levar até a praia de Atalaia, depois retorna até certo ponto e pega outra trilha que passa por dois mirantes, finalizando o passeio na Enseada da Caeira, em outra piscina natural.
Já a curta, que foi a que fizemos, é mais simples e envolve somente o caminho até a praia de Atalaia e não é necessário contratar um guia para acompanhar. Basta preencher uma declaração no ICMBio (ao lado do Tamar), 1 ou 2 dias antes, informando que se responsabiliza por qualquer incidente que ocorra com você durante o trajeto. O ICMBio vai, então, agendar o dia e a hora que você deve estar em frente ao portão de acesso a trilha. São cerca de 25 minutos num trecho de barro e pedra, que pode ficar muito ruim após um dia de chuva. É indicado fazer o percurso de tênis, apesar de termos feito de chinelo. Estima-se que num futuro breve a trilha vai ganhar uma estrutura semelhante a que temos no Sancho, com uma passarela elevada, o que tornará a caminhada mais fácil e rápida.

 [entrada da trilha pro atalaia]

Após isso chegamos em mais um pedaço de paraíso. Uma piscina natural formada sobre os corais em que é possível ver todo tipo de peixe e até pequenos tubarões. O visitante pode aproveitar por 30 minutos. O tempo é controlado pelo pessoal do ICMBio que fica presente durante todo o período por lá.
Vale muito o empenho pra chegar no Atalaia.

 [piscininha do atalaia. coisa fina]

# Caeira - Acessível através da trilha longa do Atalaia ou por fora, nas imediações do posto de gasolina, próximo da praia do Porto e do buraco da Raquel. Com maré baixa dá pra curtir a praia e a piscina natural que fica mais à direita. Quando fomos a cauêra um guia nos disse que o visitante só poderia aproveitar a piscina acompanhado de um guia. Talvez porque a maré estava enchendo e realmente pode ficar perigoso, mas aproveitamos um pouco mesmo assim, por conta própria.

> Mar de Dentro:
Para acessar muitas das praias do mar de dentro (do Cachorro até a Baia dos Porcos), é necessário encarar algumas trilhas. Com maré baixa até dá pra fazer as praias desse lado da ilha pela areia, sem ter que voltar para a trilha. Porém, o trecho à beira-mar que vai de Conceição até o Boldró não é indicado fazer sem guia.

# Porto - Terminal de ônibus da outra ponta, é também de onde saem as embarcações para os passeios em volta da ilha. Dá pra ficar de boa em frente ao cais e até conferir um naufrágio a alguns poucos metros da areia só com snorkel, máscara, etc. Tem até uns botequinhos (coisa rara) pra tomar uma.

 [minipanorama da praia do porto]

# Cachorro - Acesso através da Vila dos Remédios, do lado do bar do Cachorro. Com maré baixa dá pra curtir uma piscininha que fica sobre as pedras à direita.

# Meio - Pequena extensão intermediária entre a praias do Cachorro e da Conceição, é uma praia de águas mansas e piscinas em pedras, nos períodos de mar calmo, e agitada e proibida para banhos nos períodos de ressaca. No limite com a praia e a ilhota da Conceição está o "Pião", uma pedra de grandes proporções, equilibrada em pedras menores, comprovando que não existem tremores de terra em Fernando de Noronha.

# Conceição - Nas marés altas, esta praia é muito boa para a prática do surfe. Na maré mansa a praia é calma, com grande extensão de areia para ser percorrida.

 [início da trilha entre conceição e boldró]

 [meio da trilha]



# Boldró - Na maré alta, suas ondas são boas pro surfe. Na maré seca, caminha-se sobre pedras e por longa extensão de areia. No alto da falésia, fica o Forte de São Pedro do Boldró, um excelente mirante e uma das fortificações do sistema implantado no século XVIII.

# Americano - Pequena e deserta, é procurada exatamente pela sua privacidade.

[americano]

# Bode - Um caminho antigo, em pedras, leva a essa praia calma, com piscinas em pedras, onde uma pedra de grandes proporções (a Pedra do Bode) serve como mirante.

# Cacimba do Padre - Uma da maiores praias da ilha em extensão, esta tem, como atração maior, o Morro Dois Irmãos, duas elevações semelhantes, à beira d'água. Muito procurada por surfistas.

 [a tal cacimba que dá nome a praia]

[finzinho da praia da cacimba, na entrada pra trilha da baia dos porcos]

# Baia dos Porcos - Uma área de pequenas proporções, quase sem extensão de areia. É formada por pedras que são verdadeiras piscinas de peixes coloridos, limitadas pelo alto paredão de pedras pretas, tendo, em frente, o Morro dos Dois Irmãos. O acesso à baía é difícil e feito por caminho entre pedras.

 [baia dos porcos]

# Sancho [PIC] - Considerada a mais bonita do Brasil, conhecer o Sancho requer disposição redobrada. Descendo na rodovia, a trilha de acesso ao PIC é feita em 15 minutos de caminhada. No PIC o visitante tem duas opções de trilha: a dos Golfinhos e a do Sancho. Para o Sancho a pernada é de aproximadamente 1km até chegar ao mirante e a escada que dá acesso à praia. Antes de descer, vale continuar a trilha até as ruinas do forte de São João Batista, onde é possível ver o Morro Dois Irmãos por um de seus ângulos mais conhecidos. Depois de voltar e descer dois lances de escada, enfim, pisamos na praia mais f*da de Noronha e, por que não(?), do Brasil.

 [descida da trilha pra praia do sancho]

 [trecho da trilha pro sancho]

 [entrada do PIC do sancho]

- Conclusão
* Pra quem gosta de praia, Noronha é parada obrigatória. Não tem como descrever. Tem que ir lá pra ver qualé a real do lugar;
* 5 dias é o mínimo necessário pra se conhecer as praias. Se a ideia for fazer mergulho e outros passeios, entre 7 e 10 dias dá pra aproveitar bem, com tranquilidade;
* Não fizemos nenhum passeio pago. O ilha-tour, que é o mais famoso e todo mundo tenta te vender, custa aproximadamente R$ 250,00 por pessoa, dura o dia todo e dá uma noção geral da ilha. Porém, com 5 dias na manga e disposição pra caminhar, dá pra conhecer tudo por conta própria, gastando só com o busão;
* Ir fora de temporada é bom, quando a ideia é economizar, porém o tempo pode não colaborar muito. Dos 5 dias, pegamos algumas pancadas isoladas de chuva. Mas até 1 dia antes da chegada soubemos que o mundo desabou por ali.
* É possível conhecer Noronha sem gastar muito!

 [é nóis]
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- Resumo dos gastos:
* Passagem aérea: R$ 399,00/pessoa (Maceió - Fernando de Noronha, ida e volta, via Azul)
* Taxa de Preservação Ambiental (TPA): R$ 223,44/pessoa (5 dias)
* Ingresso Parque Nacional Marinho: R$ 65,00/pessoa (válido por 10 dias)
* Hospedagem (sem café da manhã): R$ 120,00/casal
* Ônibus: R$ 3,00/pessoa

- Informações úteis:
* Administração do Arquipélago: Site oficial com todas as informações que o turista necessita sobre a ilha.
* Parque Nacional Marinho: Sobre o ingresso ao Parque
* Pousada Tubarão: 081 3619-1391

Obs.: Lembrando que os valores citados aqui são de fora de temporada.

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