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Fernando de Noronha gastando pouco

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Todos sabem que a finalidade deste site é relatar as viagens que nós fazemos de carro. Só que vou abrir o precedente agora. Sempre que viajarmos e tivermos informações úteis pra compartilhar vou colocar por aqui, independentemente do meio escolhido pra isso. Então confira agora o bônus track da nossa viagem ao Nordeste: Fernando de Noronha.

[sancho]

01/04 - 11º dia » Portoalegreando

Com um céu azul típico portoalegrense (segundo Carol, nossa coanfitriã, mais bonito não há), encontramos o casal Itiberê e Carol pra desbravarmos a capital gaúcha. Itiberê e Carol manjam muito da história da cidade, fazendo com que o passeio ficasse bem mais interessante. Demos o rolé pelo Centro e Cidade Baixa. Conhecemos o Porto, depois fomos a Casa de Cultura Mário Quintana (antigo Hotel Majestic, que conta com uma recriação do quarto do poeta, da época em que ele morou por lá). No terraço da Casa de Cultura dá pra parar e tomar uma cervejinha (o que fizemos, claro), curtindo o visu da cidade, com o Guaiba ao fundo.

[céu azul desse jeito só aqui. será?!]


[prefeitura] 


[antigo cais] 

[casa de cultura mário quintana] 

Pegamos a rua dos Andradas, antiga rua da praia, pra chegar até o Gasômetro, outro ponto turístico. Lá dentro tem vários ambientes, com várias exposições culturais e de arte. Vale a pena ir ao deck também dar um confere mais de perto no Guaibão.

[gasômetro] 

[vista do gasômetro] 

[elis, filha da terra] 

De lá, almoço e depois um pulo no Parque Farroupilha. Com um domingo massa daqueles, uma galera tava dando pernada ali. Domingo também rola o tal Brique da Redenção, que é uma feira de artesanato montada numa das ruas no envolto do Parque. Bem bacana a feira. Algumas cidades se gabam de ter a maior e/ou melhor feira de artesanato do Brasil, mas o Brique, sem precisar de propaganda, foi a feira que a gente mais curtiu, de todas as que a gente já viu nas viagens por aí. Vale dar uma passada lá, também. Pra fechar a feira, uma apresentação da tribo de atuadores do "Ói nóis aqui traveiz", que comemorava aniversário.

[quarto do poeta. sim, desfocado] 

[deck do hotel majestic, atual casa de cultura, com os camaradas Itiberê e Carol] 

[ói nóis aqui traveiz]



Depois, um pulo na rua dos botecos da Cidade Baixa. Uma pausa pruma gelada e mais pernada.
Já era quase fim de tarde. Uma passada rápida no Centro Cultural novamente e depois correria pro Gasômetro, pra pegar o tão falado por do sol no Guaíba. Não é só um por do sol que marca um lugar. É bonito o por do sol no Guaíba, sim, mas acho que o que contribui é também a atmosfera criada pra prestigiar o fenômeno. Uma galera fica se reúne às margens do rio pra acompanhar. Arretado. Até que tivemos êxito na tentativa de fazer uma grande salva de palmas saudando o senhor da luz, pois mais de 6 pessoas nos acompanharam. Ah, e só pra que fique registrado, acho que toda cidade deveria ter uma orla. Poderia ser fluvial, lagunar ou marítima. Uma orla dá outro clima pruma cidade, fazendo a alegria da turistaiada e mexendo com o humor de seu povo. Depois disso, fomos pro hotel.

[mais um por de sol]

Pra fechar a noite, fomos pegar um cordeirinho na casa do Itiberê. Comida na medida, bom papo e uma polar pra celebrar a amizade. Iteberovsky, Carol, muito obrigado por tudo que fizeram por nós aí. De coração.
Voltamos pro hotel, arrumar as malas pra amanhã pegar o rumo de casa.

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