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Fernando de Noronha gastando pouco

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Todos sabem que a finalidade deste site é relatar as viagens que nós fazemos de carro. Só que vou abrir o precedente agora. Sempre que viajarmos e tivermos informações úteis pra compartilhar vou colocar por aqui, independentemente do meio escolhido pra isso. Então confira agora o bônus track da nossa viagem ao Nordeste: Fernando de Noronha.

[sancho]

17/01 - 30º dia » Morro de São Paulo e Ilha de Boipeba/BA

Dia do passeio na volta pela Ilha de Tinharé + Ilha de Boipeba. Depois de um café da manhã reforçado, contando com o atendimento primeira linha do nosso Melodia, nos dirigimos ao ponto de encontro para o embarque. Ali tivemos a certeza da popularidade do passeio. Muitas embarcações do tipo "flexboat" à espera da raça sedenta por conhecer os atrativos da ilha. Vale mencionar que o passeio de barco é apenas um dos tantos meios de explorar a Ilha. Há opções como bicicletas, cavalos, charretes, jipes e outros. Todas as opções podem ser vistas na área dos receptivos, na 2ª praia.




[Na preparação pro passeio]


[A varandinha roxa, em cima desse telhado de palha, é nossa]

No início, o marujo nos informa que o primeiro trecho, cerca de 40% do passeio, é em mar aberto. E é justamente o melhor trecho do passeio, pois além da emoção (que acredito deva superar aquela do passeio de buggy em genipabu, que havíamos perdido) e da tensão com a velocidade que o barquinho imprime, é nesse trecho que são visitadas as piscinas naturais.

A primeira parada é nas piscinas de Garapuá. O marujo pergunta se a galera quer descer ali ou apenas passar e ir direto pra que ele chama de mais bonita, a de Moreré, e ficar mais tempo por lá. Escolhemos descer em Garapuá. Bobeira. É bonito, mas a água não é tão cristalina quanto a próxima. Em Moreré, a área dos arrecifes é maior e dá vontade de sair explorando tudo. Mas as paradas têm tempo contado: 30 minutos. Então, a contragosto, voltamos pra embarcação.


[Boiando em Garapuá. Boa, mas...]


 [...a piscina de Moreré é mais fodovsky]

Próxima parada é na praia da Coeira, já na Ilha de Boipeba. O atrativo dessa parada é a opção de comer lagosta(im), a preço baixo (?). Quem ficar pra comer a iguaria deve continuar para a próxima parte do passeio, a praia e a vila de Boipeba, à pé. Foi o que fizemos. Almoçamos a lagosta ao abacaxi, coisa fina, e fomos ao encontro do resto da equipe na praia de Boipeba. No caminho vimos que próximo de onde estávamos tem um cabaninha que também serve a lagosta num valor mais em conta do que onde a gente tava (que tinha conchavo com o marujo).


[Celebrando a amizade, na praia da Coeira]


[Lagosta ao abacaxi, na praia da Coeira]


[Say recebendo conselhos de seu gafanhoto, o Gepeto]


[No caminho pra praia de Boipeba, em mais uma capa de cd]
 
Como múmias, nos enrolamos pra sair de Coeira e chegamos em cima da bucha na praia, não dando pra passear pela vila. Pegamos o bote e adentramos o rio do Inferno sentido Cairu. Antes de chegar lá, uma parada numa espécie de bar flutuante, em que é servido ostrinha fresca. Provamos e aprovamos.
 

[Rasgando o Rio do Inferno]
 

[Taí o safado do marujo]
 

[Ostrinha servida no bar flutuante]
 
Já em Cairu, o marujo tinha dito que a gente tava extrapolando o tempo das paradas o que encurtaria a visita à cidade. Contrariando a vontade dele, pegamos a visita completa a Cairu, com direito ao convento de Santo Antônio, que o guia mirim Neno havia dito que não seria visitado a pedido do marujo.
   

[Igrejinha em Cairu. Segundo Neno, com uma torre apenas pra fugir do imposto. Malandragem secular...]

Após o passeio pela cidade, finalmente regressamos, pouco antes do por-do-sol, ao trapiche de Morro. Existe em Morro um ponto tradicional para se acompanhar o espetáculo, a toca dos morcegos, um barzinho no alto do morro. Nos informaram, porém, que a entrada no lugar custaria R$ 8,00/pessoa. Como nosso interesse era só ver o sol se por e não ficar pra beber por lá, resolvemos ver o evento das ruínas do forte. Bom do mesmo jeito.


[Fechando o passeio com esse visu aí]

Voltando para a pousada trocamos uma ideia com um casal, o Caio e a Fernanda, que havia feito o passeio conosco. Durante o papo, ficamos sabendo que eles também tinham interesse em conhecer Barra Grande e Taipus de Fora, assim como a gente, no dia seguinte. Oferecemos, então, lugarzinho no Chumbeta (que nesses casos vira fácil fácil uma kombi) pra ir com a gente até lá. Problema seria somente a bagagem nossa mais a desse povo. Quer dizer, problema pra quem não tem um Chumbeta e pra quem não tem na equipe um Galeguinho, bi-campeão latino-americano de torneio de montagem de Lego®. Jantamos juntos com o casal, lá mesmo na nossa pousada/restaurante (que tinha bons pratos, como o vermelho grelhado e a muqueca de camarão, em preços bons), e traçamos os planos para o dia seguinte.

Arrepia, muchachada!
  • Daqui a pouco, fotos no Picasa

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