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Fernando de Noronha gastando pouco

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Todos sabem que a finalidade deste site é relatar as viagens que nós fazemos de carro. Só que vou abrir o precedente agora. Sempre que viajarmos e tivermos informações úteis pra compartilhar vou colocar por aqui, independentemente do meio escolhido pra isso. Então confira agora o bônus track da nossa viagem ao Nordeste: Fernando de Noronha.

[sancho]

15/01 - 28º dia » E na Bahia ninguém me segura ê!

Opa! Hoje é dia de Morro de São Paulo!! Será?!

Acordamos por volta das 9h, o que já complicaria um pouco nosso plano de ir pra Morro. Nossa ideia era colocar as coisas no carro, passar no Pelourinho, Lacerda, Mercado Modelo e depois capar o gato. Conversando com Sivaldo, ele sugeriu que a gente aproveitasse o dia pra conhecer melhor Salvador e que só seguíssemos viagem no dia seguinte, cedo. Sugestão aceita.


 [Vista da nossa sala, na Barra]

Em torno de 11h fomos em direção ao Mercado Modelo, que é um pavilhão de artesanato local. Demos um pulo no porão do Mercado, que é onde fica a galeria onde eram mantidos trancafiados os escravos que chegavam ao porto até serem negociados.


  [Em frente ao Elevador Lacerda]

Depois, pegamos o Lacerda pra subir ao Pelourinho. Lá, paramos no Cravinho pra tomar uma cachacinha de leve. Rolou de casca-de-laranja, erva-doce, gengibre e cravinho. Devidamente revigorados, fomos em direção à igreja de São Francisco. A construção foi iniciada em 1708 e concluída em 1723. Sua decoração é um exemplo do barroco da 1ª metade do século XVIII, e realiza o ideal da igreja de ouro que surgiu em Lisboa no final do século XVII. Dos templos de Salvador, é o mais rico em obras de talha dourada e por seus azulejos.


[Fachada do Cravinho, no Pelourinho]



[Fachada da Igreja de São Francisco]



[No Largo do Pelourinho com Sivaldo, nosso anfitrião]

Dessa vez, particularmente, não percebi a abordagem incisiva ao qual o turista é submetido quando anda por essa região do Mercado/Pelourinho.

Durante o passeio tive que fazer uma parada nos Correios pra mandar pra minha Tia, em Maceió, a chave do carro (encomenda) que era pra ser entregue a Lila e eu esqueci...

Colado no Pelourinho, tem um bairro chamado Santo Antônio. Bem menos badalado que seu vizinho, Santo Antônio possui cafés, bares e restaurantes que têm como principal atrativo oferecer ao cliente uma vista privilegiada para a Baia de Todos os Santos. Aproveitamos a oportunidade pra almoçar um Spaghetti ao frutos do mar + risotinho de polvo, contemplando esse visual. Fodovsky.


[Curtindo a vista, em um restaurante do bairro de Santo Antônio]


[Spaghetti ao frutos do mar + Risotinho de Polvo. Primeira linha]

Saindo do almoço, uma passada rápida no MAM e uma primeira lapada no chumbeta durante a viagem: um pneu furado... nada que 10 conto não resolvesse.

Já no fim da tarde, a galera tem como hábito assistir ao por-do-sol no porto da barra. O sol cai exatamente ali em frente. Ao fim do espetáculo os espectadores tradicionalmente aplaudem. Sivaldo nos disse que, reza a lenda, Caetano Veloso, que é frequentador do local, estava um fim de tarde desses tomando um banho na prainha do porto e saiu do mar coincidentemente quando o sol estava se pondo. A galera aplaudiu o espetáculo e Caetano, vaidosamente, agradeceu ao seu "público": obrigado, obrigado! Causos à parte, durante o mês de janeiro, todas a sextas rola o projeto "Música no Porto". Assim que o sol se põe, bandas da terra se apresentam à beira-mar, tornando o início de noite o prenúncio para o agito que envolve a cidade mais tarde.


[Música no Porto. Festa nas areias do Porto da Barra]

Fechando a noite, fomos comer uma batata suiça original, ali mesmo na barra. Aproveitamos e deixamos nossa marca no mural da fama do local.


[Nossa marca no mural da fama do Restaurante Suiço, no Porto da Barra]

Amanhã tem mais estrada!

P.S.: Estamos devendo as fotos no Picasa desses dias. Até esse fds estarão disponíveis :-)

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