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Fernando de Noronha gastando pouco

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Todos sabem que a finalidade deste site é relatar as viagens que nós fazemos de carro. Só que vou abrir o precedente agora. Sempre que viajarmos e tivermos informações úteis pra compartilhar vou colocar por aqui, independentemente do meio escolhido pra isso. Então confira agora o bônus track da nossa viagem ao Nordeste: Fernando de Noronha.

[sancho]

05/01 - 18º dia » Natal/RN + Jacumã

Chegamos em Natal já no cair da noite e fomos buscar informações sobre os 2 albergues da juventude que existem na cidade: Lua Cheia e Verdes Mares. No caminho nos deparamos com a pousada Lilly-Jo, indicada pelo Guia 4 Rodas: Viajar Bem e Barato. E de fato, gastamos na diária menos do que gastaríamos ficando no albergue, e com direito a quarto privativo, ar-condicionado e até piscina! Como diria um conhecido da Say: "Se tá ruim pra gente, imagine pra classe média...". Pra quem for a Natal, fica a dica!




[Aproveitando a piscina no Lilly-Jo]

No dia seguinte queríamos fazer o passeio de buggy em Genipabu e curtir os "brinquedos" da Lagoa do Jacumã. Como não acertamos previamente com nenhum bugueiro, fomos de carro até Genipabu. Pouco antes de chegar ao terminal de saída dos bugueiros, já dava pra ver o brilho da faca que queria furar nossos pescoços. Chegando lá foi só esperar a "knifada": R$ 460,00 o completo. Esse envolvia as dunas de Genipabu, passeio até Jacumã, travessia de mini-balsa. Almoço e brincadeiras na Lagoa à parte. Poderíamos ter feito um mais econômico, o de R$ 300,00 (100/pessoa), que não passava pelas dunas de Genipabu. Enfim, Galeguinho teve a genial ideia de irmos até Jacumã no Chumbeta, aproveitando assim somente o ziriguidum na Lagoa. Fica aí a dica pra quem quer fugir da exploração dos bugueiros e não faz tanta questão do passeio de buggy.

Chegando em Jacumã, por conta do horário, fomos direto a um restaurante almoçar e pedir informação sobre como chegar na Lagoa. Em volta de Jacumã há inúmeros guias, mirins ou não, dispostos a levar os turistas desnorteados até o point da diversão. Assim que descemos do carro pra ir ao restaurante, um desses dignos trabalhadores da economia informal veio nos abordar. Perguntou se a gente queria fazer o passeio de aero-bunda, ski-bunda, mostrou algumas fotos e nos convenceu com seu papinho manso e toda sua experiência do alto dos seus 12 anos. Guilherme, ou "Gurilherme" como o batizamos, já tratou de desviar o caminho do nosso almoço.


[Gurilherme, que por pouco não foi adotado pelo Galego]

Dizendo ter um restaurante com uma vista melhor, um preço mais em conta (29,00 contra 32,00) e uma variedade maior no cardápio (42 opções de pratos contra 38 do outro), o pivete nos levou ao Miramar Restaurante. Almoçamos bem (e ele também, já que todos os guias têm acerto com os restaurantes), descansamos e depois fomos em busca do lazer. Primeiro Gurilherme tentou levar a gente prum ski-bunda dentro de uma propriedade particular. Vimos e não curtimos. Pedimos pra ir para o da Lagoa. O caminho até lá é muito fácil e vai carro pequeno, não 4x4, numa boa. O problema é que não há sinalização. Ou melhor, até há, porém incoerente. Segundo Gurilherme, os próprios guias detonam as placas com indicação para a Lagoa, ou mesmo colocam a sinalização em sentido contrário, para que o turista tenha que recorrer aos serviços deles. Na Lagoa, curtimos a tradicional descida no aero-bunda e depois o fim-de-tarde.



[Ticket pra descer no aero-bunda e fim-de-tarde em Jacumã]

Voltamos para Natal quase anoitecendo. Nos arrumamos e fomos procurar um lugar pra comer, depois farrear. A farra seria no badalado Taverna Pub, porém o segurança não foi muito com a cara do galego e disse que de chinelo ninguém entra lá. Demos meia-volta, procuramos outro rumo, depois cama. Amanhã é dia da volta a MCZ.

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